Os discípulos de Jesus eram pessoas simples. A mensagem de Jesus era simples. Os destinatários da mensagem eram simples. A vida deles também era simples. Isso tudo porque, sentimentos de coisas altas, imponentes, arrogantes, não se coadunam com Jesus Cristo.
Jesus alertou várias vezes seus seguidores a buscar aquilo que podia realmente promover a realização pessoal: somente a fé. Ele disse: “Não temas, crê somente.” Quando perguntado sobre quem era o maior no Reino de Deus, ele colocou uma criança no meio. Jesus simplificou tudo.
Ele negou-se a tratar de quase tudo o que a filosofia e a teologia tratavam (e tratam) com avidez. A origem do mal Ele simplesmente desprezou em qualquer que seja a explicação “metafísica”. Simplesmente disse que o mal existe. E o tratou com realidade óbvia. O problema da dor foi por Ele tratado com as mãos, não com palavras e discursos. Em Mateus 11.19, ele foi emocionalmente agredido por sua simplicidade nos relacionamentos, ao ser chamado de beberrão, guloso e leviano. Ao enviar seus discípulos de cidade em cidade, para colocarem em prática o que lhes ministrara, Jesus os instruiu a serem “símplices como as pombas”. (Mt 10.16).
Ao ensinar, sempre usava ilustrações com coisas bem simples, tais como os lírios do campo, os pardais, o grão de mostarda, o joio e trigo... No Salmo 131.1, Davi revela uma faceta do coração de Jesus, quando disse: “Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes cousas, nem de cousas maravilhosas demais para mim”. A vida cristã é simples, o evangelho cristão é simples, a fé cristã é simples, nós é que, às vezes, os complicamos. Mas Jesus continua, simplesmente, o mesmo. |